Decepção

Decepção

Garanto que nenhum torcedor ou dirigente esperaria que a última rodada da fase classificatória do Campeonato Gaúcho tivesse tanto drama para o Esporte Clube Passo Fundo quanto terá hoje. A expectativa, lá atrás, quando começou o ciclo de contratações, era de que o grupo tinha plenas condições de atingir o grande objetivo: ter uma vaga em competição nacional, mais especificamente a Série D do Brasileirão. Mas não é o que vemos. Com um claro ar de decepção, o Tricolor receberá hoje o Brasil de Pelotas virtualmente rebaixado. Há, logicamente, a chance matemática que, confrontada com o futebol apresentado pelo time até aqui, é desanimadora. Não há como negar que o Gauchão de 2017 já foi um dos mais decepcionantes da história do clube.

Tudo é difícil

Veja o tamanho do problema que o Passo Fundo foi arranjar. Em 11 jogos, o time mudou constantemente, sem adquirir uma mínima mecânica de ação. Houve a troca no comando técnico que não surtiu o efeito desejado. A equipe tem extrema dificuldade em marcar gols (foram apenas 5 até aqui) e sofre em doses industriais (tem a defesa mais vazada, com 15 gols). Só que hoje, além de não perder, precisa ganhar com uma boa margem no placar. E ainda torcer por resultados paralelos de times que estarão jogando em casa. Ficou muito, mas muito complicado mesmo...

Motivos

Basta sair às ruas e ouvir o torcedor: ele tem pistas do que deu errado e levou o EC Passo Fundo para esta situação lamentável. O fiel, aquele que vai na arquibancada, não reconhece até agora os seus jogadores – não tem ídolos no elenco. Isso se dá, a rigor, pela falta de identificação dos atletas com a camisa tricolor, um dos efeitos colaterais da política adotada lá atrás, que foi contratar jogadores de pontos diversos. Não houve, assim, tempo para formar uma equipe, até pelo fato de o Gauchão ser “tiro curto”. E tem outra: paga-se novamente o preço de não haver um time-base, que poderia ter nascido na Copinha do ano passado. O maior erro repetido a exaustão é esse: sonegar a disputa do segundo semestre. Aí, em todo Gauchão, é uma correria para formar o tal time.

Terceirona

Mas a semana não vai ser apenas de despedidas. Mesmo que o EC Passo Fundo permaneça ou caia na Série A, a bola ainda vai rolar profissionalmente na cidade. Isso porque no domingo (02) começa a Terceirona, com o Sport Clube Gaúcho em campo. Na Arena BS Bios Wolmar Salton, o adversário será o Igrejinha. Sobre o time do Gaúcho, não há referencial, pois o técnico Ricardo Attolini não teve nenhum amistoso para testar os jogadores. O que se tem, até o momento, é uma esperança em nomes que são jovens, mas conhecem a competição. Dado o fato que só foram feitos treinos de 15 dias para cá, é provável que o time vá tomando forma ao longo da competição.

Na quadra

Agende: o final de semana também vai ser de futsal. No Capingui, o Passo Fundo Futsal/ Fasurgs/ Zamil se prepara para a Série Prata e recebe o Jáqtáqvá, de Chapada, em amistoso que começa às 19h do sábado. É a chance de ver como está o time, que entra em quadra valendo pontos no dia 29 de abril, frente ao AGE de Guaporé.

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