Diário da Manhã

Coluna Edição 05/04/2017

Alviverde

O domingo foi de jogo para o Sport Club Gaúcho. O Alviverde estreou na Terceirona recebendo o Igrejinha, na Arena BS Bios Wolmar Salton. O time dirigido por Ricardo Attolini sabia que teria uma parada difícil: o Igrejinha, ao contrário do Gaúcho, manteve a base do ano passado. E, historicamente, o Alviverde encontra muitas dificuldades em estreia. O primeiro tempo, vale o registro, não foi bom – embora ninguém exija técnica refinada na Terceirona. O segundo tempo viu um gol do Igrejinha e a virada do Gaúcho, com atuações destacadas de Adílson (que fôlego), Cadu (centroavante que sabe lançar) e Ledesma (atacante oportunista). Seria importante largar com vitória e é exatamente o que o Gaúcho fez.

Positivos

Como citei acima, destaco três jogadores do Gaúcho que saltaram aos olhos do torcedor. Adílson, embora experiente, é o clássico camisa 10, centralizador. Mas tem como plus o fôlego, pois estava dando pique de campo a campo aos 40 do segundo tempo. Cadu mostrou-se ser um centroavante que sai da área e busca o jogo. E Ledesma entrou muito bem, colocando “fogo” no jogo. Mas eu destaco, também, o goleiro Vinícius, com boas defesas. E o zagueiro Baggio, que fez também uma boa função como volante.

Negativos

Logicamente nem tudo foram flores. O primeiro tempo apresentou um Gaúcho com pouca inspiração, inclusive sem bater a gol. Como treinou apenas 15 dias e não fez nenhum amistoso, naturalmente o time sentiu a estreia no que tange ao entrosamento. Fisicamente, também, os jogadores ainda podem melhorar com o decorrer da competição.

Próximo

O Gaúcho é o único time do Grupo B que não joga nesse meio de semana. Volta a campo domingo, para encarar o Grêmio B. Na bem da verdade, não faz muito sentido a participação do time da Capital, uma vez que não irá subir à Divisão de Acesso. Mas como tem que jogar, seria algum ponto conquistado nesse jogo o diferencial pró-Gaúcho ao final da fase classificatória.

Futsal

Por compromissos particulares, não pude acompanhar o amistoso entre o Passo Fundo Futsal/ Fasurgs/ Zamil diante do Jáqtáqvá, de Chapada. Embora o adversário tivesse um nome curioso, está se preparando para a Série Bronze. Quanto ao Passo Fundo, que vai jogar a Série Prata, as informações são boas. O colega Matheus da Gama Moraes (seria ele vascaíno?) foi ao Ginásio Capingui e me disse que teve impressão positiva. Como era de se esperar, o Passo Fundo Futsal terá em Nuno, aos 43 anos, a grande figura e o ponto central do time. Embora tenha idade avançada, compensa com experiência e a técnica que lhe é peculiar. Em tempo: a estreia na Série Prata será dia 29, diante da AGE de Guaporé, no Capingui.

Coincidência

No ano em que o Esporte Clube Passo Fundo teve o pior desempenho no Campeonato Gaúcho, culminando com o rebaixamento, um dado me chamou a atenção: os técnicos que passaram pelo Tricolor desde a sua subida, em 2013, levaram times do Interior às primeiras posições na fase classificatória. Beto Campos (2013 e 2015), Luiz Carlos Winck (2014) e Ben Hur Pereira (2016) estão nas casamatas de Novo Hamburgo, Caxias e Cruzeiro. Coincidência cruel do futebol.  

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