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Período de imunização

Autor: Redação Diário da Manhã
Período de imunização
Foto: Divulgação

Crianças, gestantes e profissionais de saúde terão prioridade para receber as doses da vacina contra a doença

Febre alta, dor muscular, de cabeça, de garganta e tosse são alguns dos sintomas da Influenza A, que podem, facilmente, ser confundidos com os da gripe comum. A diferença é que, no primeiro caso, os sintomas, além de sistêmicos, surgem de forma repentina e perduram por mais tempo. A Gripe A, causada pelo vírus H1N1, consiste em uma mutação do vírus comum da gripe normal, que se manifesta de uma forma mais agressiva e mais intensa e que se espalha muito mais facilmente. Por isso, nesta época do ano, os órgãos de saúde intensificam as ações preventivas em relação à doença: a principal delas é a Campanha de Vacinação contra a Gripe.

No Rio Grande do Sul, a imunização iniciará nesta segunda-feira, dia 10 de abril. Ao todo, 4,02 milhões de doses da vacina foram destinadas para o Estado. A 6ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS), responsável por 62 municípios de abrangência, fará o repasse das vacinas em sete etapas semanais - na primeira, serão distribuídas 25% da meta de cada município. No começo dessa semana, o órgão definiu que a prioridade será para crianças, gestantes e profissionais de saúde. “Pedimos que a comunidade tenha um pouco de paciência. Como não vem vacina para todos no início, o pessoal faz filas nos postos. Não tem essa necessidade, porque vem gradativamente e todos serão atendidos”, ressalta a coordenadora do Programa de Imunizações da 6ª CRS, Dinorá Fioravanso.

Para esta campanha, há uma novidade: uma nova cepa de Influenza A/H1N1 na vacina da gripe, que foi elaborada com base nos vírus que circularam no Hemisfério Norte no ano passado.

A doença

A gripe A, também chamada de gripe suína, é provocada pelo vírus H1N1, um subtipo do influenzavírus do tipo A. Ele é resultado da combinação de segmentos genéticos do vírus humano da gripe, do vírus da gripe aviária e do vírus da gripe suína. O período de incubação varia de três a cinco dias e a transmissão pode ocorrer antes de aparecerem os sintomas. Os vírus se disseminam pelo contato direto com os animais ou com objetos contaminados e de pessoa para pessoa, por via aérea ou por meio de partículas de saliva e de secreções das vias respiratórias. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há risco de esse vírus ser transmitido através da ingestão de carne de porco – como chegou a se pensar -, porque ele será eliminado durante o cozimento em temperatura elevada.

Sintomas

Os sintomas do H1N1 são similares aos sintomas da gripe comum. Eles incluem febre, tosse, garganta inflamada, dores no corpo, dor de cabeça, calafrios e fadiga. Algumas pessoas relatam diarreia e vômitos associados à enfermidade. Já foram relatadas formas graves da doença com pneumonia e falência respiratória, além de mortes. A gripe A pode causar também uma piora de doenças crônicas já existentes, como a bronquite. Sempre que identificar esses sintomas, o paciente deve buscar atendimento médico para o correto diagnóstico.

Tratamento

Os especialistas sempre recomendam que a automedicação seja evitada. O uso dos remédios sem orientação médica pode facilitar o aparecimento de cepas resistentes aos medicamentos. Os princípios ativos fosfato de oseltamivir e zanamivir, presentes em alguns antigripais (Tamiflu e Relenza) e já utilizados no tratamento da gripe aviária, têm-se mostrado eficazes contra o vírus H1N1, especialmente se ministrados nas primeiras 48 horas, que se seguem ao aparecimento dos sintomas.

Recomendações

De acordo com o Ministério da Saúde, para redução do risco de pegar ou transmitir doenças respiratórias, as pessoas podem adotar medidas gerais de prevenção:

- Lavar frequentemente as mãos com bastante água e sabão ou desinfetá-las com produtos à base de álcool.

- Jogar fora os lenços descartáveis usados para cobrir a boca e o nariz, ao tossir ou espirrar.

- Evitar aglomerações e o contato com pessoas doentes.

- Não levar as mãos aos olhos, boca ou nariz depois de ter tocado em objetos de uso coletivo.

- Não compartilhar copos, talheres ou objetos de uso pessoal.

- Suspender, na medida do possível, as viagens para os lugares onde haja casos da doença.

- Manter os ambientes bem ventilados.

- Procurar assistência médica, se o doente pertence a um grupo de risco e se surgirem sintomas que possam ser confundidos com os da infecção pelo vírus H1N1 da influenza tipo A. Nos outros casos, permanecer em repouso e tomar bastante líquido para garantir a boa hidratação.

Quem deve se vacinar?

- Pessoas com 60 anos ou mais.

- Gestantes em qualquer idade gestacional.

- Puérperas (até 45 dias após o parto).

- Crianças a partir de seis meses e menores de cinco anos.

- População indígena.

- Pessoas de cinco a 59 anos portadoras de doenças crônicas não transmissíveis.

- Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas.

- Trabalhadores da área da saúde (todos os trabalhadores de saúde dos serviços públicos e privados, nos diferentes níveis de complexidade).

- Detentos e funcionários do sistema carcerário.

- Professores da rede pública e privada.

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