Diário da Manhã

Estado

Élio Freitas defende definição sobre pedágios, após as eleições de 2018

Autor: Sérgio Augusto Cornélio
Élio Freitas defende definição sobre pedágios, após as eleições de 2018
Foto: Arquivo/DM

Prefeito de Santo Antônio do Planalto, compactua com a proposta do presidente da Câmara de Vereadores de Carazinho, Estevão De Loreno e demonstra preocupação com o modelo apresentado

Enquanto a comissão regional criada no início do mês trabalha contra o tempo, para se manifestar nos próximos dias, se há interesse na concessão da BR-386 e qual o valor mais adequado para as tarifas de pedágio, algumas lideranças continuam se manifestando contrárias ao modelo proposto pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O prefeito de Santo Antônio do Planalto, Élio Freitas lamenta o fato de que os municípios não estão sendo ouvidos como deveria ser. “Esse modelo proposto está nos deixando preocupados. Inicialmente parecia que iriam ouvir um pouco as comunidades e suas lideranças, mas não estamos sentindo firmeza nisso. Parece que já está fechado o projeto deles e isso nos deixa com um pé atrás. Esses valores que estão sendo apresentados vão ser bem complicados e ouvindo o pessoal debater, a gente chega a conclusão de que se o governo federal participasse um pouco desse debate, desse sua parcela de contribuição, talvez a situação fosse melhor”, avalia.

Freitas também critica a condução do processo por parte da ANTT. “Parece que estão fazendo um projeto para chamar a atenção de empresas de fora do país, para que alguma ganhe a concessão para tocar essa obra. Colocar pedágios nas mãos desse pessoal por 30 anos, podendo prorrogar por mais 30 é uma vida, uma situação muito preocupante. Temos cobrado muito dos nossos deputados para que fiquem atentos a isso, pois vários pontos precisam ser mudados”, observa o prefeito de Santo Antônio do Planalto, acrescentando que esse não seria o momento certo para se fazer essas discussões. Ele compactua com o posicionamento do presidente do Poder Legislativo de Carazinho, Estevão De Loreno, para que as discussões cessem agora e retornem somente após as eleições de 2018, para serem discutidas com os próximos governos federal e estadual. “O tema precisa ser mais debatido, melhor analisado, para que o povo não pague caro por isso, mais tarde. O tempo seria nosso aliado, pois teríamos mais chances para definir um modelo melhor”, justifica Freitas.

Entenda o caso

A primeira reunião do Grupo de Trabalho formado por líderes dos vales do Taquari, Caí e Alto do Botucaraí ocorreu na sede da Secretaria de Transportes, em Porto Alegre, e gerou novas perspectivas para as concessões. Os técnicos da ANTT excluíram da proposta a praça de Santa Catarina, transferindo essa para a BR-101. Sobre a BR-386, a sugestão dos Coredes é transferir um dos quatro pedágios para a “Rodovia do Parque”. A Agência se comprometeu a calcular e modular a possibilidade de ampliar a concessão até Iraí.  Pela proposta original, serão concedidos 260 quilômetros da BR 386 à iniciativa privada entre Canoas e Carazinho. Já os 180 quilômetros restantes entre Carazinho e Iraí – na divisa com Santa Catarina, um dos piores trechos da pista simples da rodovia federal, não fazem parte do projeto de concessão anunciado pelo Ministério dos Transportes. A ANTT iniciou novos estudos para reduzir os valores das tarifas. Tarifa Única é outra proposta. A previsão mais recente é de se cobrar R$ 7 em Montenegro, R$ 11 em Fazenda Vila Nova, R$ 9,50 em Soledade e R$ 8,60 em Tio Hugo.

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