Diário da Manhã

Saúde

O que você faria se não tivesse medo?

Autor: Redação Diário da Manhã

Todos nós temos medo. Pessoas comuns têm medo. Pessoas denominadas importantes têm medo. Celebridades têm medo. Atletas olímpicos têm medo. O que os difere é a maneira como cada um lida com o medo.

O medo pode se manifestar de diversas formas, com diferentes intensidades, e pode se manifestar em qualquer pessoa, independentemente da sua idade. Coisas que para alguns podem parecer simples, para outros podem se transformar em situações insustentáveis, como o medo de ficar sozinho, medo específico de algum tipo de inseto, medo de altura, entre outros. Simplesmente medo. Essa sensação é comum para muitas pessoas e é percebida quando nos sentimos ameaçados tanto de forma física quanto psicológica. Quando isso acontece, entramos em estado de alerta.

Quando há dificuldade para enfrentar os medos, tendemos a evitar as situações que nos geram desconforto. Por vezes, pensamos que, se a situação geradora de desconforto for evitada, tudo estará resolvido, mas não, ao evitar essas situações estressantes, na verdade, estaremos apenas mascarando o problema e não o resolvendo de fato.

Durante nosso crescimento pessoal, profissional e social, precisamos aprender a lidar com os nossos sentimentos. Às vezes, sentimos medo de algumas coisas e vergonha de algumas pessoas, o que nos causa certa angústia, que permanece camuflada por sentirmos medo da rejeição e do julgamento alheio. Com receio daquilo que está sendo sentido, as pessoas se tornam vulneráveis e acabam usando “máscaras” para fingir que está tudo bem e negam a si próprias o benefício e a importância de se conhecerem melhor, de tirar as suas dúvidas, dos seus medos, o seu próprio crescimento através do seu autoconhecimento. O uso dessas “máscaras,” ao invés de nos aproximar uns dos outros, nos isola do mundo e de si próprios. As pessoas conhecem pouco de si próprias, mesmo que acreditem no contrário. Mentem para si: o que lhes traz uma aflição ainda mais presente. É necessário identificar os medos, assumir as rédeas da própria vida.

Ao assumir o controle diante da vida e do medo, inicia-se um processo de crescimento e, então, os medos vão se tornando menores, assim como o uso das “máscaras”. Surge então a liberdade e autonomia de se fazer coisas novas, que até então parecia ser algo inatingível, passa a fazer parte do dia-a-dia, permitindo que os medos sejam superados e uma nova estrutura de vida possa se instalar. Quando passamos a nos conhecer melhor, quando enfrentamos as situações que nos geram medo, angústia, desconforto ou ansiedade, passamos a enxergar melhor a nós mesmos. A partir disto, podemos ser de fato autênticos e expressar aquilo que estamos sentido, mesmo que inicialmente esta construção seja um desafio. A partir do próprio autoconhecimento é possível superar e enfrentar bloqueios, fobias, medos e, como consequência, melhoram-se os relacionamentos pessoais e interpessoais. Por fim, lembre-se: tudo que você deseja está do outro lado do medo.

Escrito por Psicóloga  Mariana Debortoli Scheffer

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