Diário da Manhã

Economia

Ânimo na construção civil

Autor: Kleiton Vasconcellos
Ânimo na construção civil
Foto Kleiton Vasconcellos/ DM

Depois de um período retraído, setor volta a retomar o crescimento em Passo Fundo. No Brasil, números ainda são negativos

Setor que experimentou um grande momento no início da década em todo o Brasil, a construção civil registrou retração de 14,3%, nos últimos quatro anos, e teve perda de quase 1 milhão de vagas. Para 2018, o setor reforça previsão de retomada do crescimento. Em Passo Fundo, tal recuperação já é sentida pelo Sindicato das Indústrias da Construção Civil da Região, Sinduscon.

Segundo o presidente do Sinduscon, Plínio Humberto Donassolo, o quadro da construção civil tende a melhorar na cidade. “Nós temos notado que nos últimos meses começou uma recuperação significativa no setor, tanto na questão da comercialização de imóveis novos quanto no lançamento de empreendimentos. Temos a impressão que o pior da crise já passou” disse Donassolo.

Até o ano passado, o setor sofreu com a crise econômica. “O que aconteceu é que os lançamentos foram segurados, numa época em que havia poucos interessados em imóveis. Quem já estava com obra em andamento, diminuiu o ritmo, sob o risco de se descapitalizar” explicou o presidente do Sinduscon. Agora, embora não existam números oficiais em Passo Fundo, no que tange às vendas ou construções, sabe-se que o volume de obras está acelerando. “E tem um detalhe que em Passo Fundo o mercado é muito diversificado, de imóveis do Minha Casa Minha Vida até imóveis com valor superiores a R$ 1 milhão” completou. Outro fator que tem chamado a atenção é o aumento de empreendimentos voltados às salas comerciais e escritórios.

Para os próximos meses, a tendência é de plena recuperação da construção civil. “Mesmo que lentamente, as coisas vão entrar nos eixos, temos um volume bom de comercialização de imóveis novos. Temos investidores, há uma demanda grande, embora não tenhamos uma meta de crescimento a ser alcançada” finalizou Plínio Humberto Donassolo.  

No Brasil  

Um levantamento do Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (Sinicon) mostrou que a construção é o componente do Produto Interno Bruto (PIB) com redução mais intensa entre todos os setores em 2017. Em relação a 2016, no 1º semestre deste ano, o PIB da construção foi menor em 6,6%, e puxou para baixo o resultado geral da indústria (-1,6%) e do PIB total, que acumulou variação zero nessa base de comparação.

Já a construção, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que o setor reduziu mais do que a média da economia, nos últimos 3 anos, e tem sentido a crise de forma mais profunda. “Desde o 2º trimestre de 2013, a queda acumulada é de 14,3%, enquanto que o PIB total recuou 5,5% nos últimos 4 anos. Neste período, quase 1 milhão dos 2,7 milhões de vagas formais que deixaram de existir no país foram na construção”, destacou a matéria do portal. No segundo semestre de 2017, o emprego no setor ensaia uma leve recuperação e teve a segunda alta mensal em agosto, com a criação de 1.017 novos postos de trabalho com carteira assinada no mês. No acumulado do ano, a construção civil fechou 30.330 vagas, de acordo com dados do Ministério do Trabalho.

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