Diário da Manhã

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Aumenta tempo de espera por análise dos PPCI's

Autor: Alessandro Tavares
Aumenta tempo de espera por análise dos PPCI's
Arquivo DM

Pelo Rio Grande do Sul, a crise financeira do governo gaúcho e o baixo número de  efetivo de bombeiros continua preocupando as comunidades e há quarteis de Bombeiros que estão fechados diante destas condições. Em Carazinho, embora as escalas de trabalho sejam montadas com efetivo mínimo de três servidores, se nada de extraordinário acontecer até o final do ano, a previsibilidade indica que a unidade não ficará sem atendimento. “Após a vinda dos três soldados da última turma, temos mantido o plantão mínimo de guarnição. Não temos previsão de fechar”, ressalta o Tenente  Alair Humberto Lago, comandante do Corpo de Bombeiros de Carazinho.

Embora os portões estejam sempre fechados, no interior do quartel de Carazinho os servidores que atendem as ocorrências, quando não há emergências a serem atendidas também fazem os protocolos dos Planos de Prevenção e Proteção Contra Incêndios (PPCI), porém as vistorias 'in loco' têm atrasado. Nos últimos três meses, segundo o oficial, a quota de horas extras destinadas à unidade foi muito pequena, de modo que as vistorias dos planos tem sido o serviço mais afetado. “O que mais  fica prejudicado é a parte de prevenção. O pessoal que faz o protocolo é o mesmo do efetivo que atende, e nos últimos três meses a quota de horas extras é praticamente zero, com isso diminui bastante a fiscalização, e assim começa a acumular e aumentar o prazo de análise e de vistoria”, confirma.

Tenente Lago explica que o serviço de vistorias tem sido realizado pelos militares em seu horário de folga, e assim a demanda é compensada com horas extras, mas sem recursos para que os militares possam ser acionadas para além da carga horária normal, o serviço acumula. “Quando nós não  temos a hora extra para escalar o bombeiro que estaria em seu horário de folga, o que acontece é que aumenta o tempo de espera para a vistoria, análise e reanalise dos planos. Nós estávamos praticamente em dia e hoje já temos uma média de 45 dias de tempo a ser aguardado entre o  protocolo e a resposta final”, coloca.

Reforço

O Estado tem em formação uma turma de bombeiros, pessoal que tinha sido aprovado em concurso público feito ainda durante o Governo Tarso Genro e recentemente convocado, e uma das turmas em formação se dá em Passo Fundo de modo que a previsão de conclusão do capacitação deve ser no primeiro semestre de 2018, desta turma, há perspectiva de que dois servidores venham a ser lotados na unidade de Carazinho.

Operação Golfinho

Se por um lado há possibilidade de dois servidores virem a ingressar na corporação local no próximos mês, até o final deste ano quatro bombeiros já teriam tempo de serviço suficiente para  ingressarem na reserva assim que quiserem, e conforme o oficial, só não o fazem pelo incentivo a permanência, pelo qual conseguem uma remuneração melhor, e que dura o tempo que permanecerem na atividade.

Além disto, um dos servidores lotados em Carazinho se deslocou para o litoral, e está em treinamento para a Operação Golfinho, só devendo regressar no mês de março. “Acredito que vai melhorar esta questão do efetivo quando entrarem os 400 do concurso que está com o edital aberto. Alias, é importante que Carazinho tenha pessoas interessadas e que sejam aprovados. Por que hoje, por exemplo, nós temos vários servidores que trabalham na unidade, mas que não moram em Carazinho, e assim que cumprem sua jornada de trabalho voltam para suas cidades. Caso tenhamos uma grande emergência que tenhamos de chamar o pessoal para o serviço, até que os servidores  voltem para Carazinho demora. Por isto é importante que tenhamos bombeiros oriundos daqui”, frisa Lago. 

Fora as questões de efetivo, no custeio das despesas operacionais da unidade a situação é considerada relativamente tranquila, uma vez que além da remuneração dos servidores, o Estado paga as despesas com combustíveis e as contas de água, luz e telefone. Os consertos preventivos  das viaturas que tenham sido programados também recebem um pequeno aporte, porém os reparos considerados emergenciais tem necessitado de valores do Funrebom para serem executados. 

 

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