Diário da Manhã

Meio Ambiente

Infestação com Aedes Aegypti em Carazinho é de 2,5%

Autor: Alessandro Tavares
Infestação com Aedes Aegypti em Carazinho é de 2,5%
Arquivo DM

Com vistorias que foram realizadas durante o mês de outubro em 1400 imóveis em todos os bairros de Carazinho (a metodologia do exige a visita a 20% dos imóveis), o Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti - LIRAa, agora com os dados compilados, indica que a infestação da cidade com o mosquito transmissor da dengue, do Zika Vírus e da Febre Chikungunya é de 2,5%. Conforme o médico veterinário André Prado, coordenador das vigilâncias Ambiental e Sanitária da Secretaria de Saúde, embora o indicador seja bem menor do que os 10% verificados em  março de 2017, o resultado não permite que os carazinhenses baixem a guarda no que tange a prevenção ao mosquito.

Prado explica que a entrada do verão, é considerado pelo Ministério da Saúde um momento crucial para se medir o índice de infestação de modo que a partir da análise se montem estratégias de atuação. Todas as cidades brasileiras têm de informar ao Governo Federal seus indicadores de modo que se tenha um mapa por regiões do país.

Prado conta que para fins do levantamento, a cidade é divida em três grandes regiões denominadas de extratos, e cada uma delas teve um indicador de infestação diferente, porém a região denominada de extrato 3 que abrange a faixa entre os bairros Sassi até a São Lucas,  teve infestação de 4%, o que fez com a média geral da cidade subisse, ficando em 2,5%. Dentre os bairros da cidade que merecem atenção  maior estão Sassi, Glória, Floresta e Santo Antônio.

O veterinário explica que no LIRAa realizado em março, o extrato 3 já teve indicador superior a 12%, enquanto o indicador geral da cidade tinha sido 10%, e mesmo que nesta última análise o indicador tenha caído significativamente, continua sendo uma região que precisa de atenção, pois  nos patamares sanitários continua sendo uma região de  alto risco em relação ao mosquito.

Ainda no mês de outubro, e no começo do mês de novembro servidores das secretárias de Saúde, Educação e Assistência Social fizerem campanha e trabalhos de conscientização, com foco nas  escolas de modo a tratar da prevenção e a incentivar famílias a removerem pontos que sirvam de criatórios do mosquito.

Prado ressalta que durante o Levantamento, o foco do trabalho é colher amostras, e logo após concluídas as visitas, os agentes retornaram para alguns dos locais para reforçar a remoção de pontos possíveis de proliferação e acúmulo de água fazendo o controle.

Hoje a cidade conta com 11 agentes de combate a endemias, porém recententemente portaria do MS permitiu que os agentes de saúde também tenham parte de sua carga horária disponibilizada para atividades do gênero.

Neste momento, a cidade não tem casos suspeitos de Dengue, Zika Vírus ou Febre Chikungunya. Foram investigados 12 casos suspeitos e todos foram descartados. No Estado, conforme Prado,  neste ano não houve nenhum caso autóctone das doenças, mas 19 casos importados.

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