“Conexão acadêmica com o mercado é o ensino do futuro”

Novo diretor de mercado da IMED, Gustavo Fragoso acredita na subversão de conceitos da educação superior tradicional ao priorizar alinhamento prático e multidisciplinar no ritmo do aluno

Foto: Divulgação

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A união entre o dia a dia do mercado e a realidade acadêmica surge, cada vez mais, como uma necessidade para aproximar o aluno da sua vida profissional.

Na IMED, esse ideal é trabalhado pelo novo diretor de mercado da instituição, Gustavo Fragoso, que acredita na capacidade dos acadêmicos de, ainda na formação, poder transitar por diversas áreas – seja para empreender ou optar pelo intraempreendedorismo.

Gustavo Fragoso é especialista em aceleração exponencial de negócios e Diretor de Mercado na IMED

Diário: Na prática, o que representa aliar formação acadêmica ao mercado de trabalho?

Gustavo Fragoso: De maneira nacional, a academia acaba não tendo tanta conexão com o mercado. Aí resulta que as instituições acabam formando alunos que não saem prontos ou não saem atendendo as demandas que as empresas possuem. As nossas disciplinas desafios trazem desafios das empresas para a realidade do aluno, que consegue trabalhar em cima disso. Isso é um exemplo bem prático, bem tangível, porque o aluno para de fazer um trabalho que é teórico e começa a fazer um trabalho prático e ao mesmo tempo a empresa está aqui dentro acompanhando, mentorando. Ele naturalmente se torna uma opção de contratação daquela empresa, então isso é um ponto muito bacana.

Diário: Como tornar o ensino superior mais flexível e proveitoso ao aluno?

Gustavo Fragoso: Nesse grande ecossistema, que inclui também nosso Hub de Inovação, transformamos a formação do aluno em uma jornada pensada para ele. O acadêmico fica quatro anos conosco, às vezes dez anos quando faz outros cursos e especializações, e antigamente havia esse conceito de que o aluno tinha tempo e ele devia se adaptar à rotina da instituição. A gente está num projeto inverso: a experiência do aluno é a prioridade e a gente que precisa se adaptar à grande mudança desse aluno, então vir até aqui para resolver problemas que ele poderia resolver num aplicativo ou ter que abrir centenas de protocolos, processos demorados… Então estamos reconstruindo isso e queremos ser os primeiros do Brasil.

Diário: O forte desemprego é uma realidade tanto nacional quanto regional. Como contribuir para mudar esse cenário?

Gustavo Fragoso: Pretendemos formar um aluno flexível, que é o que as empresas querem hoje. A gente vê a realidade de certas profissões ou áreas e as empresas, por mais que exista muitodesemprego, também tem muita vaga aberta. E são vagas que as empresas, muitas vezes, têm dificuldade de recrutar. Entregar esse profissional multidisciplinar, que possa atuar em várias frentes e ser um resolvedor de problemas é crucial, essa mudança é muito importante.



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