Uma história de pioneirismo na produção de sementes

A Apassul comemora seus 50 anos de trabalho ao lado de seus grandes parceiros e associados

Foto Caetano Barreto / Diário

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A Associação dos Produtores e Comerciantes de Sementes e Mudas do Rio Grande do Sul (Apassul) reuniu associados, produtores e autoridades para celebrar os seus 50 anos de história.

Inicialmente denominada APATRIS (Associação dos Produtores Autônomos de Sementes de Trigo e Soja do Rio Grande do Sul), a entidade foi criada com o objetivo de consolidar a produção de sementes certificadas no estado, e, em cinco décadas de história, tornou-se referência no incentivo à produção de sementes em todo Brasil.

Narciso Barison Neto, presidente da Apassul

“Nós completamos 50 anos, mas essa história é construída com o legado de muitos produtores de sementes. O Rio Grande do Sul foi pioneiro, a Apassul foi pioneira, e o que nós representamos são os produtores de sementes, não apenas os gaúchos, mas de todo país. Então essa comemoração deve ser dividida entre todos envolvidos, como os produtores, os agricultores, que são a razão de ser da nossa existência”, contou Narciso Barison Neto, presidente da Apassul, durante o evento comemorativo realizado na noite da última sexta-feira (18), no Gran Palazzo, em Passo Fundo.

Décadas de parceria com o produtor

Joacir Stedile, proprietário da empresa HS Sementes, conta que é associado da empresa há muito tempo, por influência de seu pai.

Joacir Stedile, proprietário da empresa HS Sementes

“Eu tinha uns 16 ou 17 anos, mas eu lembro quando meu pai começou com essa ideia de organizar uma associação com os produtores de sementes do Rio Grande do Sul, e lembro perfeitamente das dificuldades que existiam naquela época para organizar uma associação desse tipo. E hoje nós estamos aqui, contentes por celebrar esses 50 anos da fundação da Apassul”, relembra.

Stedile conta que a colaboração é mútua entre os produtores e a associação.

“Essa é uma parceria muito proveitosa. Somos associados desde o início, meu pai tem a carta associativa número 1. Durante todos esses anos, nós sempre trabalhamos juntos com a Apassul, pois ela é uma entidade muito importante. Ala  representou e ainda representa muito bem o setor sementeiro gaúcho, no Rio Grande do Sul e em todo Brasil”.

Valorização da pesquisa

Para Barison, um dos trabalhos mais importantes da associação está na valorização e pesquisa dos transgênicos.

“Nós temos o compromisso de alimentar o mundo, e a semente é o organismo inicial desse processo. E a transgenia veio para ajudar isso. A desmitificação da transgenia, que antigamente era vista com receio, hoje é uma realidade. Ela está sendo aceita por toda população, com toda segurança. Hoje nós vemos todas as grandes empresas multinacionais adquirindo empresas de sementes. E a semente tem toda essa importância”, afirma o presidente da Apassul.

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